Surfando em Costa Rica

A história de viagem hoje fica por conta de Jônatas Lucizano, conhecido pela maioria como “Peladão”. Ele é jornalista em Maringá e fala um pouco da viagem que fez para Costa Rica, na América Central. O surfe foi o principal objetivo da viagem. Aproveitem o texto e as belíssimas paisagens!

Um lugar no mundo banhado por dois oceanos não poderia ter um nome mais apropriado do que Costa Rica. O país, localizado na América Central, é cercado pelos Oceanos Pacífico e Atlântico. Sua fauna e flora estão entre as mais preservadas do Planeta. A população nativa, de maneira carismática, tem um jargão que evidencia muito bem a energia do local, lá todos se cumprimentam “hablando” Pura Vida.

O lema “Pura Vida” traduz claramente a magia do país. As paisagens deslumbrantes das praias de águas claras e quentes deixam qualquer um com os olhos brilhando.

As ondas perfeitas e as encostas das praias repletas de verde transmitem uma sensação de pureza. A alegria do seu povo em receber turistas refletem o carisma de uma nação que tem os braços abertos para o mundo.

O poder de admiração que a Costa Rica transmite é tão forte que as pessoas deixam de lado a ostentação econômica e social para simplesmente viverem a harmonia do país de maneira natural e abençoada.

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Ano Novo no Farol de Santa Marta

Final de ano na praia, muitos amam, outros fogem da “muvuca”. Praias lotadas, supermercados com filas quilomêtricas, trânsito congestionado, … tá certo, pra muitos é um inferno. Mas, pra mim, que amo praia, verão, sol, … nada melhor do que a virada do ano no mar. Pular as 7 ondas, pisar na areia, sentir aquela brisa … uma ótima forma de começar bem o ano. Claro que nem sempre é possível, e tem anos que a vontade mesmo é de ficar em casa (vontade não. Na maioria das vezes, impossibilidade de tirar uns diazinhos de folga neste período).

Um Ano Novo maravilhoso foi no Farol de Santa Marta, na cidade de Laguna, ao sul de Santa Catarina, primeiro pelas companhias: meu marido, grandes amigas Paula Marçal e Ledyane, … Depois, pelo lugar, diferente de todas as praias que já visitei.

Praia do Farol de Santa Marta

O lugar na verdade é um vilarejo de pescadores. Um lugar simples, casas luxuosas e grandes hotéis são difíceis de serem encontrados por ali. As principais formas de acomodação são campings e as próprias casas dos pescadores, que para tirar um dinheirinho extra, acabam alugando suas casas e se mudando para outro lugar durante a alta temporada.

Melhor forma de locomoção: os pés. Cheio de morros e estradas bem estreitas, fica difícil passar carros muito grandes.

O Farol é o lugar ideal para você esquecer da modernidade e só curtir a paisagem e a natureza. Único ponto negativo: a água é muuuito gelada, água do tipo “trinca ossos” (como diz meu marido), mas em um dia de muito calor, isto é apenas um detalhe.

Melhor período do ano pra ir e curtir a praia: verão. Já para aqueles que não ligam muito para o mar e de estar na praia em épocas de frio, qualquer mês é época de ir pro Farol.

E é com esta vida simples e cheia de belezas naturais do Farol de Santa Marta que o “Na Trilha” deseja a todos um 2012 repleto de alegrias, saúde e boas viagens para renovar o espírito!!!!

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Tiradentes e Congonhas – MG

Tiradentes é uma cidade aconchegante, deliciosa para quem quer curtir um final de semana acolhedor.

Ótimos restaurantes, que inclusive participam do famoso festival gastronômico que acontece na cidade em agosto e atrai admiradores da gastronomia-arte de todos os cantos do país e até do mundo.

Centro de Tiradentes

O artesanato em Tiradentes também é muito conhecido, são normalmente peças produzidos em madeira, pedra sabão, estanho entre outros.

Os monumentos religiosos encantam os visitantes, e assim como na maioria das cidades históricas mineiras tudo começou com a descoberta do ouro, por esse motivos encontramos detalhes e acabamentos feitos em ouro. Só é uma pena que muitos desses atrativos turísticos estão em mal estado de conservação.

Igreja matriz de Tiradentes

É possível também, fazer um passeio de Maria Fumaça saindo de São João Del Rei até Tiradentes, o passeio dura aproximadamente 45 minutos.

Maria Fumaça São João Del Rei - Tiradentes

Aproveitamos o passeio, e no retorno para Belo Horizonte paramos para visitar as obras de Antônio Francisco Lisboa em Congonhas. Aleijadinho, como era conhecido, esculpiu em pedra sabão as famosas imagens dos 12 profetas em tamanho real.

Eu, mãe e pai em frente a igreja matriz e os 12 profetas

O artista barroco esculpiu também seis capelas representando a via sacra. Todo esse conjunto que se encontra em uma praça no Santuário de Bom Jesus do Matosinho e próximo a ele foi tombado pela UNESCO e é considerado patrimônio cultural da humanidade.

Os apóstolos - obra de Aleijadinho

A distância entre Tiradentes e Congonhas é de 114 Km, sendo que depois de Congonhas precisamos andar mais 75 km para chegar em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais.

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Buenos Aires: dicas para comer, beber e comprar muito bem

Hoje tenho o enorme prazer de postar uma história de viagem da minha super amiga Mariana Thomazelli. Ela foi pra Buenos Aires, Argentina, com o maridão Igor, e trouxe muita foto legal e boas histórias. Espero que gostem, eu adoreeeii!!

Pra quem gosta de comer carne, beber vinho e fazer compras, Buenos aires é o lugar certo  pra ir! Os restaurantes de lá são maravilhosos, indico o Cabaña las Lilas; Las niñas e La Cabrera. O melhor pra comer lá é bife de chouriço, é o nosso contrafilé brasileiro, é uma carne supermacia e suculenta… só de falar da água na boca!

Para quem adora uma carne, este é um dos lugares indicados por Mariana

Ah, e de sobremesa não deixe de provar o doce de leite argentino. Sorvete do Freddo e alfajor Havana são indescritíveis.

E para a sobremesa: sorvete de doce de leite

Agora, dicas de passeio: Puerto Madero é o lugar mais lindo de Buenos Aires, pena que quando fui pra lá o tempo estava nublado e com garoa fina. Lá é superlegal para passear durante o dia. Nesse bairro há vários restaurantes, a Casa Rosada (Casa do Gobierno); Museu Fragata Ponte Sarmiento e Catedral Metropolitana. Dá para fazer tudo a pé, mas não se aventure a fazer isso à noite, pois é meio perigoso.

Puerto Madero: bons restaurantes e várias baladas

À noite, há diversos espetáculos de Tango, o mais famoso é o Mister Tango. Achei legal ter ido, mas não gostei muito do jantar, foi o único dia que não comi bem, sendo que o passeio custa em torno de 500 pesos por pessoa. Pra Buenos Aires é caro, pois a média de um jantar é de 35 a 50 reais, por pessoa, mas vale pelo espetáculo. Tango é uma dança muito dramática e romântica. No final, acho que valeu a pena!

Foto tirada especialmente para o blog "Na Trilha"

E pra fazer compras, indico o Abasto Shopping: é um shopping mais popular, mas é fácil de andar e tem tudo. Há outros shoppings: lindoooo de morrer é o Galerias Pacífico, também há o Alto Palermo Shopping.

Um lugar que vale a pena passar é na Rua das flores, tem de tudo lá: jaquetas de couro, malas, maquiagens, … Ah, não deixe de comprar vinhos argentinos nos mercados, jamais compre no free shop, pois eles são muuuuuito mais caros, ok?

Rua das Flores: parada obrigatória pra quem adora umas comprinhas

Fiquei num hotel localizado na Avenida Callao, em Recoleta. Achei a localização ótima, pertinho da Avenida Alvear, um lugar excelente pra dar uma voltinha a pé.

 


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Uma visão poética do Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro, realmente, continua lindo! Eu sou suspeita pra falar, já que adoro aquela cidade. Principalmente as praias da Zona Sul e os locais com muito verde, como a região do Cristo Redentor. A Lapa também é ponto certo para quem quer sentir, e provar, a ginga carioca. Essa alegria, esse clima de sol, praia, verão me contagiam sempre!!!

Pra homenagear a cidade, hoje posto sobre uma obra de arte que encontrei no Morro do Pão de Açúcar: Guanabara Mitológica.

Uma visão poética do Rio de Janeiro

A escultura representa as belezas do Rio de Janeiro e da mulher carioca. Uma poesia, junto com a obra, define lindamente a cidade.

Guanabara Mitológica
(de Remo Bernucci)

A cabeleira, representa as florestas;
Os seios, as montanhas;
A cinturas, as praias;
A silhueta, a graça da mulher carioca;
Aos pés da estátua, a Ibis.

(Uma visão poética do Rio de Janeiro por Cristovão Leite de Castro)

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Mansão Tavares Guerra, em Petrópolis

Hoje quem escreve pro blog é meu querido amigo, o jornalista Marcelo Bulgarelli. Ele escreve sobre sua terra, na verdade, sobre um dos lindos pontos turísticos de Petrópolis. Aproveitem porque o Bulga é fera. Ah, confiram também o blog dele  – Bar do Bulga – que é óoootimo!


Cenário ideal para um filme de arte ou terror gótico, a Mansão Tavares Guerra é uma das mais belas de Petrópolis. Fica na belíssima Avenida Ipiranga 716 . Foi construída no final do século 19 e se mantém de pé. O pessoal também a chama de Casa dos Sete Erros, devido ao estilo assimétrico. Repare que o lado esquerdo tem detalhes completamente diferentes do
lado direito.

Também conhecida como Casa dos Sete Erros

A “casinha” do relógio era a antiga cocheira. Hoje funciona um restaurante. Infelizmente não tenho fotos internas da mansão, onde os detalhes são muito bem preservados pelos herdeiros.

Na antiga cocheira hoje funciona um restaurante

Eis o histórico da casa:

  • Construída em 1884 por José Tavares Guerra, afilhado do Barão de Mauá;
  • Seus jardins foram projetados pelo botânico francês Auguste Glaziou;
  • Na antiga estrebaria localiza-se o primeiro relógio de torre da cidade;
  • Para construir a mansão tipo “Queen Victoria” foram importados grande parte do material, além de maçanetas e  dobradiças de bronze, os brocados que revestem paredes dos salões, as lareiras de mármore de Carrara, os monumentais lustres e os apliques da famosa Fundição Barbedienne encimados por cristais Baccarat, assim como os espelhos, igualmente franceses, que cobrem parte das paredes do salão;
  • Os tetos pintados sobre tela ou diretamente na madeira são obra do pintor alemão Schaeffer, que acabou aqui se radicando;
  • No “fumoir” da sala de jantar, as pinturas são atribuídas ao pintor italiano Dall’Ara, que também pintou os afrescos da “Villa Itararé”, outra linda mansão nesta cidade. Um dos salões é todo forrado em seda e outro em papel trabalhado a ouro com relevos.
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Jardim Botânico: uma das jóias da Cidade Maravilhosa

O Rio de Janeiro, pra mim, é sempre um maravilhoso destino, seja somente por um final de semana ou uma semana inteira. A minha amiga, a jornalista Juliana Fontanella, escreve hoje sobre um lugar que ainda não conheço do Rio, mas que, com certeza, depois de ler este texto, vou conhecer na minha próxima viagem à Cidade Maravilhosa: o Jardim Botânico. Aproveitem a leitura!

O Rio de Janeiro é um destino que não decepciona e de brinde vai superar as melhores expectativas do viajante em algum momento. Em um pacote de quatro dias você viaja sem muita pretensão, troca um ponto turístico por outro para ganhar tempo. A gente tinha passado frio no Cristo Redentor e lá de cima não deu para ver nada, a não ser lindas e úmidas nuvens brancas. Lógico, o bondinho ficou para outro dia. O meu minuto “queixo caído” aconteceu no Jardim Botânico.

Um vista inesperada, registrada por Juliana Fontanella

O passeio começa em uma antiga sede de engenho preservada que abriga o centro de visitantes, dali você sai com um mapa, um guia (se disponível) e as orientações para aproveitar o passeio. Logo no início, o lago das tartarugas, a fonte italiana e a escultura baseada no quadro A Dança, de Matisse, enfatizam que aquele é um lugar de contemplação.

Centro de Visitantes do Jardim Botânico do RJ

O visitante vai ter a oportunidade de conhecer plantas de todos os lugares do mundo, vai caminhar em trilhas e sentir-se ora na Floresta Amazônica, ora na Mata Atlântica, conhecer espécies das Américas, África, Ásia e Europa. É natural desacelerar as passadas para saborear friozinho, relaxar ao som das cascatas, caminhar lentamente, respirando o ar limpo e perfumado de terra úmida.

No Jardim Botânico desacelere as passadas e aproveite

Curiosidades aparecem aqui e ali como a árvore do pau-brasil, o cactário e o orquidário, as coleções de bromélias, de palmeiras, o jardim japonês e o surpreendente jardim sensorial. Este último é um canteiro próximo ao centro de visitantes cuja escolha das plantas estimula os sentidos, o espaço foi desenvolvido especialmente para os deficientes visuais e proporciona contato diferentes espécies entre ervas medicinais, temperos populares como erva doce, camomila, hortelã, orégano e manjericão entre outras.

Outra seção imperdível, sobretudo para os pequenos, é o setor das insetívoras, plantas que se alimentam de insetos, mais comumente chamadas de carnívoras pelos leigos. E com tudo isso, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro ainda brinda o visitante com obras de arte que se misturam ao verde como o imponente chafariz central, o memorial a Mestre Valentim ou o conjunto arquitetônico que inclui o Solar da Imperatriz e o Portal da Real Academia de Belas Artes. Lagos, fontes e espelhos d’água dão uma beleza de sonho ao espaço verde e é fácil ver pássaros de todas as cores e tamanhos aproveitando a calmaria.

Chafariz central

Além disso tudo, como centro de pesquisa entre os 54 hectares que formam o complexo estão espaços para atividades de educação ambiental, laboratórios, a Escola Nacional de Botânica Tropical e Biblioteca Barbosa Rodrigues. O acervo dedicado à Botânica começou com doações da família imperial ao naturalista brasileiro João Barbosa Rodrigues, um dos administradores do espaço. Inaugurada oficialmente em 1860, tornou-se referência para pesquisadores do mundo todo com mais de 66 mil volumes e 3 mil obras raras.

Para quem quiser saber mais sobre o Jardim Botânico é só entrar na homepage do Jardim Botânico.

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